SETEMBRO AMARELO

 

 

Desde o início de 2016, Suicídio é um assunto recorrente para os moradores de Aperibé, e cidades vizinhas. A insistência da pauta não decorre da mobilização da sociedade para a prevenção do autoextermínio, como idealmente deveria ser; mas sim, da quantidade de pessoas que tiraram a própria vida ao longo do ano. Os números assustadores, com razoável frequência, vêm à tona, mas raramente há alguma iniciativa para divulgar estratégias sobre como identificar pessoas em risco, como abordá-las e como ajuda-las. Como efeito, os sinais de alerta geralmente não são identificados. Quando são percebidos, não são levados a sério. Quando são levados a sério, a família e os amigos normalmente não sabem o que fazer para ajudar. Tentando minimizar este problema, o Centro de Valorização da Vida (CVV), em parceria com o Conselho Federal de Medicina (CFM) e a Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) trouxe para o Brasil, no ano de 2014, a campanha Setembro Amarelo. Idealizada em 2013 pela Associação Internacional para Prevenção ao Suicídio (IASP), a iniciativa tem como finalidade alertar à população sobre a necessidade de agir e divulgar informações de qualidade que facilitem a prevenção de novas mortes por autoextermínio. A campanha é importante porque, conforme denuncia o documento “Word Suicide Prevention Day – Stigma: a major barrier to suicide prevention” (clique e acesse), editado pela IASP, a maior barreira na prevenção ao suicídio são os estigmas associados ao tema, e as principais causas destes estigmas, são o desconhecimento e a ignorância que o cercam. A única forma de combate-lo, portanto, é informando e educando a população. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, se formos eficazes em fazer isso, provavelmente conseguiríamos evitar ao menos 9 de cada 10 suicídios. Antes de seguir com a leitura, pense neste número: 9 de cada 10 suicídios poderiam ser evitados! É extremamente importante enfatizar que qualquer abordagem ao suicídio deve ser feita de forma séria e bem fundamentada. Caso contrário, ao invés de informar, estaremos fortalecendo os estigmas que, conforme já apontado, são a principal barreira à prevenção. A única forma de fazer isso é recorrendo a fontes confiáveis, como os sites da Associação Brasileira de Psiquiatria.

FOTO ABAIXO EQUIPE DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE;

http://www.aperibe.rj.gov.br/arquivos/2017-09-13/21731333_1330731520388603_7365043409073487103_n.jpg

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